quarta-feira, 2 de outubro de 2013

17º ENCONTRO:

Nossa rodada de leitura deleite contou com as seguintes sugestões:


Pedagogia Freinet

A Pedagogia Freinet é uma proposta pedagógica que tem como objetivo modernizar a escola, marcando assim uma nova etapa da evolução da mesma, através de uma gama de valores alicerçados no bom senso. Freinet não quer uma escola à parte, mas a própria escola pública (escola do povo) é que deverá ser modernizada para atender, na sua essência, às necessidades do povo. Para isso ele põe em evidência meios que revolucionaram, tanto a educação de um modo geral, quanto à escola em particular, estabelecendo uma verdadeira relação professor-aluno.

Trata-se de um movimento de reação contra tudo o que existe de tradicional na escola. A sala de aula passa a ser o lugar onde professor e alunos discutem conjuntamente, em clima de harmonia e disciplina, tanto os conhecimentos básicos da aprendizagem, como os problemas da vida cotidiana.
É uma educação que respeita o indivíduo e a diversidade e reencontra a identidade própria do ser humano através da individualidade de cada um; que respeita as crianças tais quais elas são, sem submetê-las a modelos pré-estabelecidos e que as ajuda na formação de sua personalidade. É uma pedagogia real e concreta que procura oferecer às crianças e aos adolescentes uma educação condizente com as suas necessidades e mediante as práticas cotidianas.

É uma escola do povo. Escola essa que procura responder aos anseios individuais, sociais, intelectuais, técnicos e morais da vida desse povo, numa sociedade em pleno desenvolvimento tecnológico e científico.
É uma pedagogia que tem em mira formar o homem mais responsável, capaz de agir e interagir no seu meio; um homem mais apto a contribuir na transformação da sociedade. Para tanto, na sua prática educativa, tem primazia o desenvolvimento do espírito crítico, o questionamento das idéias recebidas, o espírito de curiosidade.

Os fundamentos e as linhas de ação da Pedagogia Freinet, estão centrados no "homem" a fim de elevá-lo a mais alta dignidade do seu ser. E a realização plena de sua personalidade através da vivência de sua cidadania.
A Pedagogia Freinet não se dá no vazio de uma ação educativa sem rumos concretos. Por essa razão ele estabelece bases de apoio que são os seus princípios.

Fonte: Pedagogia Freinet

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

16º ENCONTRO:

Essas sugestões de leitura são da colega de curso Sandra.
Livros com histórias emocionantes!!!


Gêneros Textuais

São as diversidades de textos que encontramos em diversos ambientes de discurso na sociedade. Vários fatores sócio-culturais ajudam a identificar os gêneros, assim como a definir que gênero deve ser usado no momento mais adequado à situação, seja na oralidade, seja na escrita, seja no gestual.










quarta-feira, 18 de setembro de 2013

15º ENCONTRO:

Antes de apresentar a temática desse encontro... recomendamos um ótimo vídeo que retrata o poder da leitura sobre as crianças. Vamos dar asas à imaginação!




O CONCEITO DE GÊNERO TEXTUAL E SEU USO EM AULA


Para trabalhar com gêneros nas aulas, deve-se ter atenção às razões de sua escolha, às características e às funções do tipo selecionado. Isso é essencial para elaborar bons planos de aula – e para que esses resultem em relatos de experiência excelentes

Por Rita Jover-Faleiros


1. Fatores a considerar no trabalho em sala 


Há cerca de dez anos, durante uma sessão de fechamento dos trabalhos do Congresso de Leitura (Cole), evento organizado a cada dois anos pela Associação de Leitura do Brasil na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), um eminente pesquisador da área dizia-se impressionado pelo modo como o conceito de gênero textual marcara presença entre os trabalhos apresentados naquele ano. Segundo o professor, a tendência era o conceito aparecer cada vez mais. Ele tinha mesmo razão. "Gênero" tornou-se uma referência comum em pesquisas, propostas curriculares e nas práticas de sala durante as aulas de Língua Portuguesa.

De fato, há grande consenso quanto ao interesse em se explorar a noção de gênero textual em contexto didático. Entretanto, para que essa atividade seja proveitosa, é necessário que o professor esteja bastante consciente de alguns fatores:

  • Quais as razões para selecionar determinado gênero;
  • Quais características o configuram;
  • Quais as funções específicas do gênero selecionado;
  • Quais objetivos de aprendizagem (específicos à área) o gênero selecionado propicia atingir junto a seu grupo de alunos;
  • Que saberes prévios e estratégias de leitura ativa o gênero selecionado mobiliza. 
A mim parece necessário que esses pontos estejam claros para os que se lançam à empreitada de desenvolver propostas de atividades com o uso do gênero. Nos capítulos deste artigo, proponho abordarei cada um desses aspectos, culminando com a ênfase em dois gêneros importantes para o professor: o plano de aula e o relato de experiências.


2. Uma breve história do conceito de gênero


Para começar, vale a pena expor uma breve história do conceito de gênero. Como nos ensina o linguista Luiz Antônio Marcuschi no artigo "Gêneros textuais: definição e funcionalidade" (presente no livro Gêneros textuais & ensino), os gêneros são formas presentes já em povos de cultura essencialmente oral, e passam a se multiplicar com o advento da escrita alfabética por volta do século 7 a.C.

Isso significa que tratar da gênese dos gêneros implica falar da relação com o homem com a linguagem ao longo de toda a história. Como defende o célebre filósofo da linguagem Mikhail Bakhtin (1895-1975), só nos comunicamos por meio de gêneros.

A apropriação do conceito pelo ensino, porém, é bem mais recente. Nesse sentido, merecem destaque os trabalhos dos pesquisadores Bernard Schneuwly e Joaquim Dolz, da Universidade de Genebra. No Brasil, um marco importante são os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), de 1998. No documento, a organização curricular em Língua Portuguesa dos anos equivalentes ao Ensino Fundamental 2 aparece estruturada sobre o conceito de gênero textual.

A partir de então, cresce o interesse pelo conceito e sua aplicação em sala. Tive uma mostra disso no ano de 2012, quando fui selecionadora do Prêmio Victor Civita - Educador Nota 10. Entre os trabalhos inscritos, realizados por professores de todas as regiões do Brasil - de escolas rurais ou urbanas, públicas ou privadas, resultando num quadro cultural e socioeconômico bastante heterogêneo -, é possível identificar traços comuns dentro da diversidade.

Uma das semelhanças diz respeito ao fato de que, em parte significativa dos projetos, havia interesse comum pelo desenvolvimento de propostas orientadas pela noção de gênero textual. Como reforcei anteriormente, quem deseja trilhar esse caminho deve ter consciência de suas escolhas, levando em conta aspectos que abordarei a seguir.


3. O que é um gênero textual


Como nos ensina Bakhtin, gêneros textuais definem-se principalmente por sua função social. São textos que se realizam por uma (ou mais de uma) razão determinada em uma situação comunicativa (um contexto) para promover uma interação específica. Trata-se de unidades definidas por seus conteúdos, suas propriedades funcionais, estilo e composição organizados em razão do objetivo que cumprem na situação comunicativa.

Explicando melhor: isso significa que, a cada vez produzo um texto, seleciono um gênero...

... em função daquilo que desejo comunicar;

... em função do efeito que desejo produzir em meu interlocutor;

... em função da ação que desejo produzir no meio em que me inscrevo.

Isso vale das trocas mais prosaicas do cotidiano, nos bilhetes registrados em post-its colados nas geladeiras, passando pelas mensagens eletrônicas, entrevistas (orais e escritas), bulas de remédio, orações, cordéis, dissertações, romances, piadas etc. Uma das principais características dos gêneros é o fato de serem enunciados que apresentam relativa estabilidade. É esse aspecto que permite, justamente, com que sejam compreendidos.

Um exemplo extremo disso está no gênero "bula de remédio". Nos idos dos anos 1980, a linguista francesa Sophie Moirand mostrou como a estabilidade desse tipo de enunciado permitiria que qualquer falante do francês sem conhecimento nenhum de grego pudesse localizar informações (nome comercial, princípio ativo e posologia, por exemplo).


4. Como um gênero dá origem a outros 


No item anterior, enumerei uma série de gêneros (bihlete informal, bula de remédio, dissertações etc.) e poderia seguir numa lista virtualmente infindável, pois justamente uma das características dos gêneros textuais reside em sua transmutabilidade - ou seja, novas formas geradas a partir de formas já existentes.

Por exemplo: é possível considerar que um correio eletrônico guarda muitos traços comuns com a carta que costumávamos mandar pelo correio. Essa origem pode mesmo ser atestada pelo nome em português (correio eletrônico), em inglês (e-mail, abreviação para electronic mail) ou em francês (courriel, courrier para correio contraído com o adjetivo électronique).

A partir de uma disposição existente, a da carta, desenvolve-se uma forma relativamente nova, mas que guarda a familiaridade do gênero de que provém, adaptada às funções e objetivos do contexto em que é gerada. Se antes a carta estava contida em um envelope e, nele, algumas informações paratextuais (os endereços de destinador e destinatário), no gênero correio eletrônico essas informações passam a constar da mensagem, ainda que de forma periférica, mas com implicações na forma como redigimos.

Pensemos na data, que no correio eletrônico consta automaticamente dos cabeçalhos, ao passo que na carta era de responsabilidade do destinador indicar no texto ou à direita no papel. Todo sistema de referências temporais se articula a partir da informação dada, que não nos cabe inserir, nem alterar, pois ela é gerada pelo servidor que envia e recebe as mensagens.


5. O plano de aula e o relato de experiência como gêneros


Proponho, agora, analisar como as características dos gêneros - em especial sua função social, a estabilidade de enunciados e a transmutabilidade - aparecem em dois tipos de texto de fundamental importância para o professor.

Imaginemos que tenho a tarefa de elaborar uma aula e que essa elaboração deve estar registrada em uma estrutura que permita com que eu e outros leitores compreendamos. Existe algum gênero que se ajuste a essa intenção comunicativa? Sim: trata-se de um registro de aula a ser dada, que deve conter, digamos, objetivos, suporte, tempo destinado à atividade e metodologia. A articulação desses elementos em contexto didático nos remete ao gênero plano de aula.

As formas de anotação de um plano de aula variam de acordo com o professor e instituição, principalmente de acordo com as razões para seu registro. Mas, como regra, podemos dizer que trata-se de um plano, logo, de algo a ser realizado. Por essa razão, os verbos indicando as atividades devem aparecer no infinitivo ("debater", "dividir o grupo em duplas", "distribuir o texto para leitura", "ler" etc.) ou mesmo (para as anotações mais pessoais) no futuro simples ("debateremos", "dividirei o grupo em duplas", "distribuirei o texto para leitura", "leremos").

Suponhamos, agora, que um professor muito contente com os resultados da aplicação de um plano de aula resolva se inscrever num concurso, por exemplo. Para que esse professor possa adequar-se à nova situação de comunicação que se apresenta a ele, é necessário que transforme o que era o registro de suas intenções (seu plano de aula) em um relato de experiência.

Em outras palavras, é necessário descrever que as ações realizadas em sala de aula resultaram em uma atividade rica e transformadora de aprendizagem para seus alunos e para ele, e um dos elementos para que seja operada essa transformação é justamente a passagem dos verbos do infinitivo ou futuro (originalmente no plano de aula) para o pretérito perfeito (relato de experiência).

Analisar nossos planos e registros da atuação em sala com consciência dos aspectos fundamentais do conceito de gênero é uma caminho frutífero para que se elaborem bons planos de aula e para que esses resultem em relatos de experiência excelentes. O convite está feito!

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

14º ENCONTRO:

A leitura inicial desse encontro foi realizada por duas participantes do curso. Sabrina nos sugeriu o livro "O mensageiro das estrelas" (Peter Sís) e deliciou-nos com "Chapeuzinho Amarelo" (Chico Buarque). Já Cibele surpreendeu-nos com 2 belíssimos textos da escritora Clarice Lispector extraídos do livro "Só para mulheres".
 


GÊNEROS TEXTUAIS




quarta-feira, 28 de agosto de 2013

13º ENCONTRO:

Leitura deleite feita por Déborah que nos encantou com a história "Macaco Danado" (Julia Donaldson e Axel Scheffler). Recomendadíssimo!!!


CONSELHO DE CLASSE

O conselho de classe é um dos mais importantes espaços escolares, pois, tendo em vista seus objetivos, segundo Dalben (2004), "é capaz de dinamizar o coletivo escolar pela via da gestão do processo de ensino, foco central do processo de escolarização. É o espaço prioritário da discussão pedagógica.”

De fato, segundo a autora, é mais do que uma reunião pedagógica; é parte integrante do processo de avaliação desenvolvido pela escola. É o momento privilegiado para redefinir práticas pedagógicas com o objetivo de superar a fragmentação do trabalho escolar e oportunizar formas diferenciadas de ensino que realmente garantam a todos os alunos a aprendizagem.

Cumpre, portanto, a todos os profissionais da educação realizar enfrentamentos no sentido de superar a estrutura de conselho de classe autoritária, burocrática e excludente, que serve mais para legitimar o fracasso escolar do que para reorganizar o trabalho pedagógico e, mais especificamente, o trabalho educativo didático que se concretiza na relação aluno-professor.

Enfrentar esses limites significa ir para além da concepção do conselho de classe como uma forma de concessão de “chances” para os alunos ou de resolução de conflitos entre professor e aluno. Ou seja, o coletivo docente não pode se reunir apenas para dividir os problemas e para que obtenham a aprovação tácita do grupo sobre um processo avaliativo que prioriza a nota e não as reais possibilidades de evolução do aluno.

De acordo com MATTOS (2005), “não é o espaço de comparação de alunos em que se valida a construção de imagens dos alunos e alunas, feitas pelos docentes, no decorrer do ano letivo.”

Fonte: Gestão Escolar


Mais um pouco sobre...


CONSELHO DE CLASSE

É uma atividade avaliativa constituída a partir das vivências em sala de aula. Envolve todos os participantes do processo ensino-aprendizagem e tem como pontos principais a troca de experiências, a reflexão sobre a aprendizagem dos alunos e a prática e os resultados das estratégias de ensino.

Enquanto instrumento de avaliação, este colegiado requer dos especialistas envolvidos uma observação contínua dos alunos. Durante a reunião e partindo do que obtiveram como informação sobre a aprendizagem, o desenvolvimento e a história de cada aluno, faz-se necessário que os condutores da assembleia possam contar, explicar e definir os aspectos relacionados à singularidade de comportamento e aprendizagem, empreendendo uma reflexão sobre a importância de reformulação das práticas educativas.

Destarte, o Conselho de Classe permite que a equipe escolar procure novos caminhos e estabeleça ações alternativas para garantir um ensino de qualidade e, em última análise, o cumprimento da própria função social da escola.

Objetivo

Para cumprir seu papel, o Conselho de Classe exige que os professores tenham em mente os alvos educacionais a serem desenvolvidos e avaliados no processo de aprendizagem dos alunos, bem como estabeleçam princípios para a formação do caráter e da cidadania. Portanto, sua finalidade dentro da escola é, de fato, compartilhar as dificuldades e os sucessos vividos, de modo que sejam feitas as intervenções necessárias para garantir a fluidez do ensino-aprendizagem e a qualidade educacional.

Quem deve participar

O Conselho de Classe constitui um espaço para avaliação numa perspectiva crítica, do qual participam, efetivamente, professores, orientadores, supervisores e, em determinados casos, alunos e diretor da escola.

Fonte: Portal SIEPE

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

12º ENCONTRO:

Neste encontro uma colega, Ana Carolina, fez uma leitura fantástica! Fica como uma excelente sugestão de história para compartilhar com seus alunos.


JOGOS PEDAGÓGICOS

Este relato é sobre a aplicação de jogos pedagógicos em alunos do 2º ano na EMEF “Julio de Mesquita Filho”. Sempre que se planeja a aula faz-se a partir dos saberes que os alunos apresentam e sua realidade. Desta maneira pode-se possibilitar a esses alunos mais um estímulo de aprendizagem de maneira mais significativa e concreta. Sabe-se que o jogo é um recurso lúdico e facilitador no processo de assimilação por meio do aprender brincando.

Alguns passos:

1) Conversar com os alunos sobre o uso de jogos;
2) Ouvir suas experiências e questionamentos;
3) Falar sobre as regras e sua importância;
4) Fazer o agrupamento de alunos (nesta aula por saberes);
5) Em cada agrupamento pode existir um aluno alfabético mediador (decisão da turma);
6) Organizar o ambiente para a realização dos jogos;
7) Distribuir os jogos de acordo com cada agrupamento;
8) Hora da brincadeira! A professora deve auxiliar os grupos na resolução de conflitos.

Momentos:


Outros momentos:



quarta-feira, 14 de agosto de 2013

11º ENCONTRO:

Neste encontro uma colega, Maria Cristina, fez uma leitura deleite deliciando-nos com um livro de imagens... é claro que levamos a ideia para a sala de aula gerando um agradável texto coletivo com cara de criança (além de outros desdobramentos).



Leia abaixo o texto coletivo dos alunos do 2º B (EMEF Julio de Mesquita Filho):

TELEFONE SEM FIO

O bobo da corte que é muito engraçadinho disse:
— O elefante escorregou na lama.

O rei que escuta bem falou:
— O elefante escorregou na lama.

O cavaleiro com dificuldade de ouvir por causa da armadura sussurrou:
— O elefante tem banha.

O mergulhador não ouviu bem pois estava usando um escafandro resmungou:
— O elefante comeu lasanha.

O pirata que escuta muito bem cochichou:
— O elefante comeu lasanha.

O papagaio como um bom repetidor taramelou:
— O elefante comeu lasanha.

O índio que não entendeu bem falou:
— Elefante colheu berinjela.

O turista que não fala nosso idioma repassou:
— Elefante pegou panela.

A madame achou a frase simples demais e fofocou:
— O elefante comprou uma panela.

A vovó com uma péssima audição sussurrou:
— O elefante comeu a torta de amora.

O lobo usou a esperteza e quis levar vantagem uivou:
— O elefante me deu a torta de amora.

A chapeuzinho que não gosta do lobo disse:
— O elefante perdeu a torta de amora.

O caçador com problemas na audição por causa dos tiros repassou:
— O elefante atirou na senhora.

O cachorro que não fala nadinha latiu:
— Au, au, au, au, au...

E o bobo da corte levou uma lambida do cachorro.

Fim

Vídeo "Escravos de Jó":

 


Brincadeira:


Foto "Nó de Mãos":



quarta-feira, 31 de julho de 2013

10º ENCONTRO:

Você sabe interpretar as hipóteses de escrita de seus alunos?

Identificar corretamente as hipóteses de escrita dos alunos é fundamental para um bom planejamento das atividades e para a formação de grupos produtivos

Paula Takada

As crianças, os jovens e os adultos não alfabetizados formulam ideias sobre o funcionamento da língua escrita, antes mesmo de frequentarem (ou voltarem a frequentar) a escola. Essas teorias internas evoluem por meio de reflexões que o próprio aluno faz sobre o sistema de escrita ao longo do tempo (e ninguém pode fazer por ele) e também por meio das interações que realiza com as informações que o ambiente lhe oferece. Trata-se de uma evolução conceitual e não exclusivamente gráfica. Por isso, o professor precisa buscar descobrir o que o aluno está pensando sobre a escrita naquele momento, mais do que avaliar se consegue desenhar bem cada uma das letras. Identificar as hipóteses de escrita de cada aluno é condição primordial para planejar as atividades adequadas e, principalmente, os agrupamentos produtivos na turma.

Avalie se você está interpretando corretamente as hipóteses de escrita dos seus alunos... faça um teste no link: "Iniciar Sondagem"

quarta-feira, 26 de junho de 2013

9º ENCONTRO:

- Alfabetização e Letramento - Magda Soares.


- Alfabetização - Telma Weisz.

Telma Weisz fala aos jornalistas de NOVA ESCOLA sobre os processos de aquisição da leitura e da escrita.





- As fases da escrita.

De maneira beeeemmmmm resumida, claro.





quarta-feira, 19 de junho de 2013

8º ENCONTRO:

Que o nosso planejamento não limite a criatividade e a infância de nossas crianças!



COMO ELABORAR UM PLANO DE AULA?

Por Marco Aurélio da Silva
Equipe Brasil Escola

O plano de aula é caracterizado pela descrição específica de tudo que o professor realizará em classe durante as aulas de um período específico. Na sua elaboração alguns pontos são muito importantes como:

• Dados de identificação do professor e da escola;
• Os objetivos a serem alcançados com as aulas que serão ministradas;
• Conteúdo que será ministrado em cada aula, o qual deve seguir uma linha cronológica do processo de aprendizagem;
• Os procedimentos utilizados para aprendizagem dos alunos, ou seja, são as fases da aprendizagem;
• Os recursos que serão utilizados para alcançar os objetivos;
• E, por último, as metodologias de avaliação, ou seja, as técnicas avaliativas que o professor utilizará para avaliar o aprendizado do educando.

Na elaboração de um plano de aula devem ser considerados vários pontos e critérios que unidos especificam quais os objetivos finais o professor espera alcançar no decorrer da explicação dos conteúdos. Os critérios que o professor deve estar atento durante a confecção de seu plano de aula são:

• Adequação dos estímulos;
• Especificação operacional;
• Estrutura flexível;
• Ordenação.

Além de conter esses critérios, o plano de aula deve ser elaborado seguindo as fases da aprendizagem, ou seja, deve seguir uma linha de ensino-aprendizagem contínua. São as fases de aprendizagem: apresentação, desenvolvimento e integração. Na apresentação o professor prepara a classe para a compreensão de novos conteúdos. No desenvolvimento acontece a análise. Nessa etapa acontece o processo de orientação e aprendizagem do aluno. É nessa etapa que acontece o estudo de um texto, a realização de um experimento, a resolução de exercícios, etc. A integração é a etapa final. Nessa fase o professor faz a verificação dos resultados obtidos pelos alunos na fase do desenvolvimento.

Fontehttp://educador.brasilescola.com/orientacoes/como-fazer-um-plano-aula.htm